4ª ETAPA - PENICHE

O concelho de Peniche, em outros tempos uma ilha, é uma zona de grandes belezas naturais e de um recorte paisagístico invejável, com um vasto património histórico, cultural e religioso. Desde as magnificas praias existentes ao longo de todo a costa, ideais para a prática de desportos náuticos, ao imponente património cultural, onde se destacam as fortificações e monumentos religiosos, Peniche apresenta uma diversidade de recursos turísticos onde se inclui uma gastronomia rica e variada dominada pelos pratos de peixe e marisco e um artesanato diversificado onde se destacam as famosas Rendas de Bilros.

Por estes motivos era impossível deixar esta localidade de fora deste Guia por Portugal.
Sendo assim, vindos da Lourinhã, última visita do nosso percurso, devemos seguir pela N247 em direcção a Peniche. Antes de chegar a esta localidade, cerca 5,5km depois de deixar o entroncamento para a Areia Branca em direcção a Peniche, encontrará do lado direito uma placa indicando as praias de São Bernardino e da Consolação. Esta última local habitual de visita e pernoita de AC tanto de Verão como de Inverno.
Praia da Consolação

A Praia de São Bernardino tem uma extensão de areia não muito grande, mas com um ar acolhedor que se deve ao facto de estar abrigada entre as arribas que a rodeiam.o que permite a combinação da beleza do mar com a tranquila paisagem de vegetação natural envolvente.

Na Consolação existem duas praias separadas pelo promontório do Forte da Consolação. Este Forte foi mandado edificar em 1641 por D. João IV, com o objectivo de defender a linha costeira da região de Peniche, com forte implemento após a Restauração. Está situado sobre o cerro de Nossa Senhora da Consolação, implantando-se sobranceiramente sobre a baía a Sul do istmo de Peniche, tinha na sua potente artilharia, cujo alcance cruzava com o da Fortaleza de Peniche, importante obstáculo a qualquer desembarque hostil nas praias da dita baía, local onde já anteriormente haviam desembarcado em 1589 as tropas inglesas lideradas por D. António, Prior do Crato.
Forte da Consolação

Do lado sul do Forte encontramos uma praia de rochas conhecida pelo seu elevado teor de iodo que lhe confere propriedades medicinais. A norte encontra-se uma praia de areia que segue para norte até à praia dos Supertubos.
Voltando à N247 siga novamente na direcção de Peniche. Ao entrar na localidade siga as indicações para o porto. Pode estacionar a sua AC no parque de estacionamento em frente ao quartel de bombeiros, onde poderá também pernoitar.

Se é um apreciador da natureza, ou simplesmente se gosta de andar de barco, faça uma visita à Ilha da Berlenga. Atravesse a ponte pedestre, através da qual poderá chegar à Avenida do Mar, vire à esquerda, seguindo em direcção ao porto, aí encontrará várias empresas que vendem bilhetes para esta viagem. Os preços rondam os 15 euros por adulto e 10 euros para crianças dos 5 aos 12 anos, sendo gratuito até aos 5 anos. Os horários variam muito, mas durante a época estival são relativamente regulares.

Travessia de Barco para a Ilha Berlenga
Viamar Tel: 262 78 56 46 Fax: 262 78 38 47
- Ida: de 15 de Maio a 30 de Junho e de 1 de a 15 de Setembro, às 10h00. De 1 de Julho a 31 de Agosto, às 9h30 e às 11h30.
- Volta: de 15 de Maio a 30 de Junho e de 1 de a 15 de Setembro, às 16h30. De 1 de Julho a 31 de Agosto, às 16h30 e às 18h30.

A Ilha da Berlenga dista cerca de 7 milhas do Porto de Peniche, tem um comprimento e largura máximos de 1500 e 800 metros respectivamente, um perímetro de 4000 metros, 88 metros de altitude máxima e -30 de mínima. Todo o arquipélago é actualmente uma reserva natural e só a ilha maior, a Berlenga, é visitável, embora, mesmo assim, com algumas condicionantes relativas ao percurso pedestre. Também foi imposto um limite legal de 300 pessoas por dia na ilha, o que poderá condicionar a sua visita, pelo que deverá, se possível, marcar antecipadamente .
Ilha Berlenga

Toda a área possui um elevado interesse botânico com vários endemismos e espécies de distribuição restrita. Local de nidificação para algumas espécies de aves marinhas (caso do Airo Uria aalge, símbolo da Reserva) e ponto de passagem para numerosas espécies migradoras é ainda uma reserva marinha de grande riqueza faunística, nomeadamente ictiológica. A água é cristalina e convida a um mergulho. Poderá também optar por uma viagem de bote, para visitar as inúmeras grutas semi-submersas.

Não perca a oportunidade de visitar o Forte de S. João Baptista, mandado edificar em 1651, por ordem de D. João IV com a finalidade de impedir a ocupação desta ilha por corsários norte-africanos ou por potências inimigas, tendo vivido em Junho de 1666 o episódio bélico mais célebre da sua história.
Forte de São João Baptista

Nessa data, o Forte de S. João Baptista foi sitiado por uma esquadra espanhola, composta por catorze naus e uma caravela, comandada por D. Diogo Ibarra. Defendida, à altura, por uma pequena guarnição, inferior a vinte homens, e contando com apenas nove peças de artilharia, esta fortificação liderada pelo cabo Avelar Pessoa, conseguiu resistir durante dois dias ao feroz bombardeamento inimigo, bem como provocar importantes baixas nas forças sitiantes, traduzidas num elevado número de mortos, uma nau afundada e duas outras fortemente danificadas, contra um morto e quatro feridos lusos. O esgotamento dos mantimentos e das munições, e a deserção de um dos soldados, que expôs a D. Diogo Ibarra a dramática situação da guarnição portuguesa, motivaram por fim a capitulação do Forte de S. João Baptista.

Voltando a terra firme poderá pernoitar no mesmo estacionamento onde deixou a sua AC. À noite pode aproveitar para passear na Avenida do Mar e deliciar-se com uma “Caldeirada de Peniche” ou “Sardinhas Assadas” num dos restaurantes aí existentes. Para sobremesa prove uns “Amigos de Peniche” ou uns “Esses”, biscoitos de amêndoa típicos desta localidade.

Pode ainda aproveitar para apreciar ou comprar rendas de bilros, artesanato típico deste local. Não é fácil localizar, com exactidão, a data do seu aparecimento, ainda que num testemunho datado de 1625, se regista a doação de uma renda e, poucos anos depois, já a pintora Josefa de Óbidos as inclui em vários dos seus quadros. Em meados do séc. XIX existiam em Peniche quase mil rendilheiras e, segundo Pedro Cervantes de Carvalho Figueira, eram oito as oficinas particulares onde crianças a partir dos quatro anos de idade se iniciavam na aventura desta arte. Mas foi em 1887, com a fundação da escola de Desenho Industrial Rainha D. Maria Pia (mais tarde Escola Industrial de Rendeiras Josefa de Óbidos), sob a direcção de D. Maria Augusta Bordalo Pinheiro, que as rendas de Peniche atingiriam um grau de perfeição e arte difíceis de igualar. Esta arte encontra-se actualmente salvaguardada e dignificada, sendo mais de meio milhar as penicheiras que sabem tecer renda de bilros ou se dedicam à sua confecção. Anualmente, no terceiro Domingo de Julho, celebra-se o Dia da Rendilheira, agora inserido no programa da Semana da Rendilheira, onde muitas são, de facto, as rendilheiras que, no Jardim Público, se exibem perante milhares de pessoas maravilhadas com a beleza das suas obras.
Renda de Bilros
O dia seguinte poderá começar com uma visita ao Museu instalado na Fortaleza de Peniche, que, num passado recente, serviu como prisão política para os opositores ao Estado Novo. Para tal deve seguir pela Avenida do Mar em direcção ao porto, subindo depois a rua até ao Campo da Republica, onde está localizado o Forte. Mandado edificar por D. João III em 1557. Apresenta uma típica traça em estrela, o Baluarte Redondo - primeira fortificação construída na península de Peniche – e no seu interior podem ser observadas a Torre de Vigia, e a Capela de Santa Bárbara. Este imóvel viu o seu espaço utilizado de forma diversa de acordo com as necessidades e as vicissitudes históricas de cada época. Praça militar de vital importância estratégica até 1897, abrigo de refugiados Boers provenientes da África do Sul no início do séc. XX, residência de prisioneiros alemães e austríacos durante a Primeira Guerra Mundial, prisão política do Estado Novo entre 1934 e 1974, alojamento provisório de famílias portuguesas chegadas das antigas colónias ultramarinas em 1974, e a partir de 1984 albergue do Museu Municipal. Actualmente encontrará expostas diversas peças arquelógicas, recolhidas em terra e no fundo do mar, como é o caso dos achados do São Pedro de Alcântara, uma embarcação naufragada que vinha do Peru, em 1786. Noutras salas poderá observar modelos de outros barcos e várias peças relacionadas com a construção naval e a pesca. Possui ainda uma exposição de malacologia, em especial microconchas e uma sala de rendas de bilros, onde é possível observar rendas antigas, assim como inúmeros objectos relacionados com esta arte regional. Finalmente, não deixe de apreciar, no último piso, algumas celas de alta segurança, que foram mantidas intactas para não deixar esquecer os tenebrosos tempos da ditadura.

Museu de Peniche
Local: Campo da Republica
Contacto: 262 78 01 16
Horário: 3ª a domingo das 10h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00
Preços: Adultos ±1 €; menores de 16 anos, reformados e cartão jovem, gratuito.

Volte novamente à Avenida do Mar, entre na Travessa do Cais que encontrará do seu lado esquerdo, vire à direita para a Rua José Estevão e ai encontrará o Largo de Castilho onde pode visitar a Igreja de S. Pedro. Esta igreja, data do final do séc. XVI, encontrando-se dividida em três grandes naves. Nas naves laterais pontificam vários altares consagrados a divindades como Nossa Senhora da Boa Viagem, o Senhor do Bonfim, ou S. Pedro de Alcântara. Já na nave central destaca-se a magnificência barroca da capela-mor consagrada a S. Pedro, decorada com talha dourada e ostentando belíssimas colunas dorsas, para além de várias pinturas setecentistas representando cenas da vida do santo padroeiro.
Depois de visitar a Igreja de São Pedro continue seguindo a Rua José Estavão até ao final da rua. Aí chegará ao Largo D. Pedro V onde está situada a Igreja da Misericordia. Esta Igreja data do início do séc. XVII, sendo pertença da Santa Casa da Misericórdia de Peniche. Esta igreja, anexa ao antigo hospital da referida instituição, ostenta no seu interior uma rara beleza decorativa, visível nos painéis azulejares seiscentistas, nas pinturas a óleo, algumas de grande dimensão, que decoram as paredes com cenas alusivas a acontecimentos evangélicos, e no tecto decorado com caixotões, ilustrando cenas da Vida e Paixão de Cristo. Continue pelo Largo 5 de Outubro à sua direita até entrar na Rua 13 da Infantaria e novamente volte até à Av. do Mar em direcção à sua AC. Passará por um agradável jardim onde poderá parar para se refrescar numa pequena esplanada. Nesse jardim encontrará o monumento de homenagem às rendeiras de bilros.

Pegue na AC, siga pela Av do Mar, R Alexandre Herculano, Av 25 de Abril, até encontrar a N114, Av Mariano Calado, suegindo sempre as indicações para o Cabo Carvoeiro, siga sem pressas parando para admirar as formações rochosas que vai encontrando pelo caminho, como a Varanda de Pilates ou a Nau dos Corvos. Chegará ao Cabo Carvoeiro passando antes pelo farol. Aqui poderá admirar uma magnifica panorâmica sobre o nosso oceano (GPS: N 39º 21’ 36’’ – W 09º 24’ 29’’) e se a visibilidade o permitir apreciar o pôr do sol tendo por pano de fundo as Berlengas. Se achar seguro poderá pernoitar aqui, ou então no Peniche Praia Camping que fica próximo.
Cabo Carvoeiro

Volte pelo mesmo caminho, através da EN114, do lado direito irá encontrar o Peniche-Praia Camping onde poderá pernoitar ou simplesmente utilizar a área de serviços. A utilização da área de serviço custa 3.10€, e o parking da AC varia entre os 4€ na época baixa e os 6,70€ na época alta (pessoas não incluídas).

Peniche-Praia Camping
Estrada Marginal Norte Apartado 50 2524-909 Peniche (N 39º 22’ 10’’ – W 09º 23’ 31’’)
Contactos: Tel: 262 78 34 60 Fax: 262 78 94 47
Horário: 8h-24h na época alta e 9h-20h na época baixa

Junto à EN114 pode ainda visitar a Capela de Nossa Senhora dos Remédios localizada junto à costa no extremo ocidental da península de Peniche, constitui a base de um Santuário consagrado ao culto mariano. Desconhece-se a data de construção desta igreja supondo-se todavia que esta terá sido edificada provavelmente no séc. XVI. Segundo a lenda a imagem de Nossa Senhora terá sido encontrada no séc. XII escondida numa pequena caverna, situada no local onde hoje se ergue a capela, tendo-se iniciado, a partir dessa data, o culto da chamada Senhora dos Remédios.A importância deste culto traduzido em peregrinações anuais, os círios, terá motivado a criação de um santuário no séc. XVII, composto pela referida igreja e por uma praça fronteira orlada de casas nas quais residiam o ermitão e os mordomos, se abrigavam os romeiros, e se implantavam as cavalariças.No que toca a este templo de salientar a capela-mor onde se venera a imagem de Nossa Senhora, os painéis de azulejos setecentistas evocando episódios da Paixão de Cristo, e a chamada capelinha do Senhor Morto, onde se venera uma imagem de Cristo, apelidada de Senhor dos Remédios.
Capela de Nossa Senhora dos Remédios

Volte pela EN114 em direcção à saida de Peniche e na rotunda vire à esquerda seguindo a indicação de Baleal. Se gosta de passeios pedestres, deixe a AC logo no primeiro parque de estacionamento, junto à Praia de Alfarroba. Há, do lado esquerdo da estrada, uma pista para fazer em perfeita segurança, a pé ou de bicicleta, o percurso de Peniche ao Baleal. É um passeio muito agradável, sempre junto às dunas, com cerca de 5 km de extensão, repleto de equipamentos de exercícios que transformam o percurso num verdadeiro circuito de manutenção. Repare também na bonita e variada vegetação que cresce sobre o cordão dunar. O Baleal é um conjunto de boas praias de areia fina que se estendem ao longo de um istmo, formando assim uma espécie de península. No lado voltado a norte, onde o mar é mais agitado, existem óptimas condições para a prática do surf, windsurf e body-board. Já no lado sul, na Praia do Baleal propriamente dita, o mar é mais calmo, e é aí que se encontra a maioria dos banhistas.
É comum observarem-se diversas AC pernoitando no estacionamento que se encontra junto das praias. Estacione aí a sua AC e aproveite para visitar a pé a península que parte deste local através de um uma pequena estrada que atravessa as praias. Tratando-se de uma zona de veraneio, existem diversas estruturas de apoio, incluindo restaurantes e esplanadas.
Ao sair do estacionamento vire à esqueda na direcção de Ferrel. Já nessa localidade siga a estrada para Atouguia da Baleia.

Localizado no centro da povoação, e datado possivelmente do séc. XVIII, encontramos o Touril, que, tal como o nome indica, parece corresponder a uma estrutura utilizada, como palco de lides tauromáquicas, porventura pela ociosa família real e nobreza, frequentemente hospedada no vizinho Paço da Serra de El-Rei.
Desta estrutura, localizada no largo fronteiro à igreja de Nossa Senhora da Conceição, ainda se observam vários esteios de pedra, cravados no chão, delimitando a "arena", apresentando os tradicionais três orifícios. O Touril de Atouguia da Baleia corresponde a um dos raros e, simultaneamente, mais antigos exemplares do género existentes em Portugal.
Touril de Atouguia da Baleia
A Igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Atouguia da Baleia, datada dos finais séc. XVII, é um templo de estilo barroco, atribuível ao arquitecto João Antunes, construído com as esmolas da população e de algumas figuras da nobreza portuguesa seiscentista, como a rainha D. Maria Sofia Isabel de Neuburgo, segunda mulher de D. Pedro II. No interior, de uma só nave abobadada, destaca-se a capela-mor revestida a mármore, de diversas tonalidades (desde a colunata torsa do retábulo até aos medalhões das paredes laterais e do tecto), o altar de talha dourada, onde se abriga a imagem da padroeira, peça seiscentista, e as pias de água benta, de mármore da Arrábida, esculpidas em forma de concha.

Igreja de Nossa Senhora da Conceição


Continue pela EN114, quando chegar a Coimbrã, vire à direita (depois dos semáforos) segundo a indicação para a Barragem de São Domingos. Vire logo à esquerda, depois de um canavial, e siga por um caminho de terra batida até junto da água. Esta é uma barragem pequena, mas com muitos recantos aprazíveis, que podem ser explorados a pé, através de um passeio pelas margens, de canoa ou noutra embarcação pequena. A água barrenta não é muito convidativa, mas revela-se muito promissora para os amantes da pesca, que aqui poderão passar bons momentos. Se gosta de observar aves, não se esqueça de trazer os binóculos, já que muitas nidificam nas margens da albufeira. Com a visita à Barragem fica completo este percurso por Peniche. Próxima paragem Óbidos


Barragem de São Domingos


Principais Festas e Feiras:
Festa da Nossa Senhora da Boa Viagem (Primeiro fim de semana de Agosto)
Festival Sabores do Mar (Setembro)

Posto de Turismo de Peniche
Local: Rua Alexandre Herculano 2520-273 – Peniche
Contactos Tel.: 262 789 571 Fax.: 262 789 571 E-mail.:
turismo@cm-peniche.pt
Horários: Todos os dias das 10h às 13h e das 14h às 17h.

2 comentários:

Mário disse...

Excelente trabalho sobre Peniche.
Continue que verá frutos...
MSilva

Susana Dias disse...

Até aos meus 20 anos (tenho agora mais 22 anos), passava férias na Areia-Branca e, esta zona que descreve tão bem, fazia parte de algumas visitas onde o meu pai me levava a passear para quebrar a rotina praia-casa-casa-praia. Ficou sempre na minha memória esta zona como uma das mais lindas que já conheci em Portugal, também fruto das agradáveis memórias que guardo daquele tempo. Sobre as rendas de bilros, lembro-me de observar fascinada o trabalho das rendilheiras com os seus dedos ágeis e rápidos e que, naquele tempo, tentavam vender os seus trabalhos aos veraneantes. Ainda este fim-de-semana, por essa estrada fora, passei precisamente pelos locais que indica como a praia de S. Bernardino, Consolação, Peniche, Cabo Carvoeiro. Foi óptimo. Assim como foi muito bom ter tido a oportunidade de ler este seu trabalho, com o qual me identifico por conhecer a zona e, com o qual, aprofundo o conhecimento sobre os diversos sítios por onde passei.